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LG vai processar a Qualcomm se o Snapdragon 810 for modificado para a Samsung


Estamos chegando ao final de janeiro, mas parece que a grande controvérsia e confusão a respeito do novo chip da Qualcomm, o Snapdragon 810, não está perto de chegar ao final. Como vocês já devem saber, tudo começou em dezembro, quando alguns relatórios e a mídia coreana sugeriram que o processador em questão estaria passando por alguns problemas e causando superaquecimento e falhas técnicas, algo que levaria muitas fabricantes a não usá-lo em seus top de linha esse ano.

Entretanto, mesmo que esses rumores começassem a se espalhar rapidamente, foi visto que nenhum dos smartphones que estavam programados para serem anunciados com o chip teve seu lançamento atrasado, assim tivemos o LG G Flex 2 e o Xiaomi Mi Pro Note, ambos  com o Snpadragon 810. Enquanto isso, a Qualcomm ainda negava as acusações e os rumores, anunciando inclusive que já estaria produzindo o processador em massa.

Por outro lado, outros relatórios afirmaram que a Samsung parecia não estar mais interessada em correr esse risco, uma vez que durante seus testes a empresa teria confirmado o superaquecimento nos aparelhos rodando o chip da Qualcomm. Isso levou a Samsung a resolver não mais lançar variantes do seu mais novo top de linha, (o Galaxy S6, que deverá ser anunciado durante o MWC 2015 no começo de março), equipadas com o Snapdragon 810.

Bom, acontece que a Qualcomm, não querendo perder a Samsung, decidiu que iria modificar os seus chips para consertar tal problema de superaquecimento, e assim a Samsung poderia voltar atrás em sua decisão. Entretanto, parece que a LG está disposta a processar a Qualcomm se a empresa realmente modificar esses chips para a Samsung. É compreensível, afinal de contas a LG já deixou claro que eles não estavam experimentando nenhum tipo de superaquecimento com o uso do processador em questão.

Porém, parece que de acordo com um analista citado pela mídia coreana, embora a LG tenha desmentido os rumores acerca do Snapdragon 810, alguns dados já mostraram que o G Flex 2 está realmente apresentando algumas falhas técnicas devido ao uso do processador. O que torna tudo ainda mais complicado.

Nem a Samsung nem a Qualcomm quiseram comentar sobre o assunto, então não dá para saber realmente o que é e o que não é verdade sobre essas informações. Ainda assim a questão prevalece: Se a Qualcomm realmente modificar o processador para ganhar a Samsung, os consumidores ainda estariam interessados em comprar um aparelho como o LG G Flex 2 com o chip “não modificado”? Isso não seria confirmar que esses chips realmente podem superaquecer e dar defeitos no aparelho da LG e da Xiaomi?
Fonte: Gforgames

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Google pode oferecer serviços de telefonia móvel e internet ainda em 2015


O Google não está satisfeito em ser "somente" um dos sites mais acessado do mundo, ou a segunda marca mais valiosa da Terra e nem tão pouco a dona do sistema operacional móvel mais utilizado do planeta. Ela quer mais!

Segundo o site The Information, a empresa estaria negociando com a Sprint e a T-Mobile, ambas empresas estadunidenses de telefonia, para oferecer serviços de voz e de dados por meio das redes já construídas, entrando assim no ramo de telecomunicações.

Como isso funcionaria? De acordo com informações apuradas pelo site, a empresa quer se tornar uma "MVNO", algo como "Operadora Móvel com Rede Virtual". Ou seja, ela alugaria as instalações e ofereceria o serviço de forma indepentente, com sua marca, planos e tarifas próprias.

A empresa de Mountain View já manifestou interesse em atuar na área de telecomunicações e serviços de dados. Em 2012, o Google realizou investimentos em um projeto que resultou na criação do Google Fiber, oferecendo internet ultra rápida para os moradores das cidades de Kansas, Austin e Provo, todas nos EUA.

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WhatsApp lança versão para PC


O WhatsApp deixou de ser um serviço exclusivo de dispositivos móveis, pois entrou em funcionamento a versão do aplicativo para web.

Curiosamente, o serviço foi lançado ao mesmo tempo em que a empresa começou a banir os usuários que acessarem o serviço por apps terceirizados (saiba mais).

Para se logar é preciso ter a versão mais recente do WhatsApp instalada no aparelho. O login é feito através da leitura de um QR code, o que é necessário porque não há senha de acesso no WhatsApp.


Por enquanto, o serviço só está disponível para Android, Windows Phone e BlackBerry. Segundo o TechCrunch, a versão para iPhone ainda não saiu devido a "limitações da plataforma da Apple".

Tutorial de como usar:

Para utilizar a versão web do WhatsApp, é necessário que o aplicativo seja atualizado para versão 2.11.498 faça o download abaixo do app atualizado para última versão:

Download WhatsApp 2.11.498 Apk (Atulizado última versão)

Para acessar WhatsApp Web clique aqui 

1- No seu celular clique em configurações (três pontinhos) como segue o passo n°1 na imagem...
Depois clique em WattsApp Web, para abrir o leitor de QR code

2- Em seguida entre no WhatsApp Web pelo seu pc (clique aqui)
e faça a leitura QR Cod

3- Pronto! Divirta se no seu pc agora!!!


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WhatsApp começa a bloquear usuários que usam o aplicativo WatsApp Plus e outros apps não autorizados


O Wattsapp parece que resolveu punir os usuários que utilizam o aplicativo WatsApp Plus e outros apps não autorizados. Na tarde de hoje 20/01 inúmeras reclamações de que a mensagem “Você foi temporariamente banido do WhatsApp”estão acontecendo nos grandes fóruns e grupos do facebook, devido essas reclamações resolvemos buscar uma explicação de o porque isto está acontecendo com tanta frequência.

O desenvolvedor do Whatsapp+ se pronunciou no Google+, de acordo com ele, não há nenhuma solução no momento para o banimento, então é melhor desinstalar o app e baixar a versão oficial até que alguma solução possa ser efetuada.

Pessoal, se estiverem recebendo a mensagem de erro, não entrem em pânico, estamos trabalhando duro para encontrar uma solução o mais rápido possível, por enquanto, vocês podem utilizar o aplicativo normal...

De acordo com o desenvolvedor do WhatsAppMD, a solução deve ser simples: apenas mudar a assinatura do app para que fique idêntica a da versão oficial. Se isso for verdade, veremos uma solução logo. Entretanto, ainda não há como evitar as 24 horas de banimento depois que elas começam.

A reação do WhatsApp foi muito extrema, banir usuários por 24h sem aviso prévio é péssimo. Parece que isso significará a morte de versões alternativas do WhatApp.


Nesta imagem o Wattsapp deixa bem claro o porquê do usuário ser banido:

Porque isso acontece: 
Na tentativa de coibir o crescimento de aplicativos não autorizados que usam sua rede, o WhatsApp passou a bloquear o número de usuários que utilizam softwares do tipo. A decisão é esperada, visto que a utilização de complementos e aplicativos não autorizados viola os termos de uso do comunicador para dispositivos móveis.



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Por que estou vendo a mensagem “Você foi temporariamente banido do WhatsApp”?

Segundo a Equipe de Suporte do WhatsApp: 
Caso venhamos a suspeitar que as atividades de sua conta estão abusando do nosso sistema, sua conta será temporariamente banida e você não poderá usar o WhatsApp durante este período. Você receberá uma mensagem com o tempo exato em que ficará banido.

Durante este período, você não poderá acessar nada dentro do WhatsApp. Esta condição somente terminará ao fim do período que será cronometrado no contador.

Para saber sobre este período de banimento, clique na opção “Saber mais” encontrada na tela.

As atividade que podem gerar este tipo de banimento são:

- Enviar mensagens para muitas pessoas que não o possuem em suas respectivas listas de contatos. Tenha certeza de que todas as pessoas as quais você se comunica, te adicionaram em suas listas de contatos.

- Ser bloqueado por muitas pessoas em um período curto de tempo. Tenha certeza de que você está se comunicando somente com pessoas que queiram receber suas mensagens.

- Criar muitos grupos com participantes que não possuem o seu contato salvo em suas respectivas listas de contato. Peça a todos os contatos que o adicionem em suas respectivas listas de contatos.

- Enviar mensagens para muitas pessoas. Use Listas de Transmissão para enviar a mesma mensagem a todos os seus contatos.

- Você pode ter violado os nossos Termos de Serviço.

Se você ver a mensagem "Seu número não está mais autorizado a utilizar nossos serviços", por favor leia esta página.

Por que vejo a mensagem "Seu número não está mais autorizado a utilizar nossos serviços"?

Segundo a Equipe de Suporte do WhatsApp: 
Se você não estiver conseguindo utilizar o WhatsApp e estiver recebendo uma mensagem dizendo "O seu número ... não está autorizado a utilizar o nosso serviço", isto significa que a sua conta do WhatsApp foi banida.

Nós banimos contas se nós acreditarmos que houve algum tipo de atividade que viole os nossos Termos de Serviço. Por favor, leia os nosso Termos de Serviço para entender melhor sobre a forma apropriada de utilizar o WhatsApp.

Tenha em mente que algumas das seguintes atividades se caracterizam em violação de nossos Termos de Serviço:
  • Envio de propaganda ou qualquer forma de promoção comercial.
  • Envio de spam ou mensagens indesejadas.
  • Envio de conteúdo (em forma de status, fotos de perfil ou mensagens) que violem o nosso Termo de Serviço, assim como material ilegal, obsceno, ameaçador, assediante, odioso, de ofensa racial ou étnica, ou outro tipo de material inapropriado.
  • Ser irritante com outros usuários.
  • Ser um infrator repetitivo.
  • Utilizar um sistema automático ou um cliente não autorizado/não oficial para enviar mensagens através do WhatsApp.
Por favor, esteja ciente de que nós não lhe comunicaremos antes de desativar a sua conta. Se você acredita que a sua conta foi desativada por engano, envie-nos um email e nós verificaremos o seu caso.

Quando a sua conta for desativada, os seus amigos e familiares não poderão lhe ver em suas listas de Favoritos após 72 horas da desativação.

Note que o WhatsApp se reserva ao direito de recusar serviço por qualquer razão sem aviso prévio, a nosso critério.

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Google anuncia testes do Projeto Ara, smartphone ‘montado’ pelo usuário.




O Google revelou o início dos testes com o Projeto Ara, smartphone com peças intercambiáveis montado pelo usuário, apresentado em julho do ano passado. O anúncio foi feito durante a Conferência de Desenvolvedores Ara, que aconteceu nesta quarta-feira (14), no Condado de Mountain View, Califórnia (EUA). Paul Eremenko, líder do projeto, disse que o protótipo terá cobertura 4G e será lançado primeiro em Porto Rico, através das operadoras Open Mobile e Claro.
O piloto apresentado na conferência recebe o nome de Spiral 3. Eremenko declarou que podemos esperar que ele “iguale ou exceda as funcionalidades de um smartphone com tecnologia de ponta de hoje”. Segundo ele, o protótipo terá de 20 a 30 módulos disponíveis para serem desenvolvidos por terceiros e acompanhará bateria com autonomia de um dia inteiro, além de câmera high-end e suporte à rede LTE.
A ideia do projeto é possibilitar um smartphone com peças oriundas de vários fabricantes. O usuário poderá inserir câmera de um empresa, tela de outra e processador de uma terceira, construindo o melhor telefone para si. O Google será o responsável pelo conjunto onde as partes estarão reunidas, bem como pelo software que garantirá que tudo seja compatível. A expectativa é que o Ara acelere o desenvolvimento na criação de componentes separados que compõem um celular.

A escolha de Porto Rico como lugar de estreia tem várias razões. Eremenko destacou o fato de a ilha ser uma zona de livre comércio, o que facilita a recepção dos módulos de diferentes desenvolvedores ao redor do mundo. Outro fator importante é que há um mercado bastante diversificado com aparelhos de entrada, sendo 75% do acesso à Internet feito a partir de dispositivos móveis. Além disso, Porto Rico está sob jurisdição da FCC, órgão que regulamenta as telecomunicações nos Estados Unidos, servindo bem como mercado de teste para o país.
Na ilha caribenha, os telefones Ara serão vendidos através de caminhões posicionados em diversos lugares. Eles serão equipados com impressoras 3D e de sublimação de tinta, permitindo a personalização do aparelho direto no ponto de venda. O Google diz que deseja que o tempo de customização seja menor de cinco minutos. Para quem não quiser esperar, também haverá versão pré-desenhada pronta para uso.
Veja o vídeo de divulgação:
                                          
                                         Via Engadget e Cnet.

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Bootloader: o que é e para que serve?


Certamente você já leu ou ouviu falar dessa palavra: expressões como bootloader bloqueado, desbloquear o bootloader, etc., são comuns em tutoriais, mas afinal de contas o que é e para que serve o bootloader? Para os novatos no mundo Android e para todos que ainda não se aprofundaram no tema, desvendamos o mistério abaixo.Comecemos do início. O bootloader é um programa que entra em ação sempre que iniciamos nosso dispositivo, ativando o sistema operacional certo. O bootloader não é, portanto, algo exclusivo do Android. Ele está presente em todos os dispositivos dotados de sistema operacional: tablets, smartphones e PCs. Um computador, por exemplo, pode ter dois sistemas operacionais diferentes (dual boot). Nesse caso, o bootloader tem a tarefa de iniciar um ou outro se acordo com a preferência do usuário, ou de maneira automática.


O mesmo princípio se aplica também aos dispositivos Android, com a diferença de que nesse caso o sistema operacional em questão é um só. É o bootloader que irá determinar quando executar o Android ou quando entrar em Recovery Mode, o ambiente de execução independente do sistema operacional situado numa outra partição da memória interna. Através do Recovery Mode é possível limpar o cache ou restaurar os dados de fábrica sem precisar iniciar o sistema (uma solução útil se o seu dispositivo parou de responder aos comandos).


O bootloader é desenvolvido é fornecido diretamente pela fabricante do dispositivo e, dada a sua importância, localiza-se num local da memória que não pode ser facilmente modificada pelos usuários. Quando se deseja modificar um dispositivo Android, um dos maiores obstáculos é obootloader bloqueado. O que isso quer dizer? Um bootloader bloqueado carregará apenas sistemas operacionais autorizados por uma assinatura digital (signed). Quase todas as fabricantes de smartphones decidem bloquear o bootloader dos seus dispositivos, permitindo apenas o carregamento das suas versões do Android, e impedindo a instalação de qualquer outra ROM customizada. Para dar um exemplo, com o bootloader do Galaxy S3 serão carregadas apenas as versões do Android que a Samsung desenvolveu para o dispositivo.


Como já devem saber, para todo obstáculo no Android há uma solução. Para rodar ROMs customizadas como a CyanogenMod, será necessário desbloquear o bootloader, que então poderá iniciar também sistemas operacionais “não autorizados”. Para o desbloqueio do bootloadercada fabricante escolhe um método, que vai desde o envio de um comando simples via conexão USB a partir do PC até o download de um programa especialmente para a tarefa. É sempre bom destacar: exatamente porque o desbloqueio do bootloader permite a instalação de um software não autorizado, essa operação invalidará a garantia do seu dispositivo.
Atenção: o desbloqueio do bootloader pode requerer a habilitação das permissões de root no seu dispositivo.
Cuidado para não confundir o root com o desbloqueio do bootloader. Algumas vezes, este último pode ser pré-requisito do primeiro, mas alguns aparelhos podem ser rooteados com o bootloaderbloqueado, graças a alguns truques da comunidade Android.

Fonte: AndroidPIT
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Fim do suporte ao Android 4.3 pode colocar milhões de usuários em risco


O Google vai encerrar oficialmente os updates de segurança para a ferramenta WebView do Android 4.3 (Jelly Bean) ou versões anteriores. A medida fará com que 939 milhões de usuários, ou cerca de dois terços dos usuários do sistema operacional móvel, fiquem desprotegidos contra possíveis ataques. 

O WebView é um recurso que permite que os apps exibam páginas web sem precisarem abrir outros programas e muito utilizado por aplicativos e redes de anúncio. Segundo os especialistas, assim como o Internet Explorer é uma porta de entrada de hackers no Windows, a exploração de uma determinada falha do WebView pode ser um modo de invadir o Android.

Os pesquisadores do Rapid7, inclusive, apontam que atualmente existem diversas falhas que podem ser exploradas pelos cibercriminosos no WebView. Em testes, eles conseguiram identificar 11 “exploits” diferentes. E o que os tornam perigosos é que o WebView dialoga com outras partes do Android, podendo comprometê-lo por inteiro.
Apesar dos riscos, atacar o WebView não é fácil. Seria preciso inserir o código em uma página exibida por um app ou enganar um usuário com links falsos. De qualquer forma, basta o usuário ter a cautela sempre recomendada por especialistas, de não fazer downloads fora do Google Play e não acessar links que não conhece para evitar ser contaminado.

Joe Vennix, do Rapid7, e Rafay Baloch, pesquisador independente, descobriram o fim do suporte no final do ano passado, quando a equipe de segurança do Android respondeu a um alerta de bug no browser AOSP, que usa o WebView, explicando que não iria criar um patch se a versão afetada fosse anterior à 4.4.

Segundo a resposta do Google, eles poderiam liberar os patches que recebessem de terceiros, mas não iriam criar os seus próprios. Ou seja, os pesquisadores teriam que, além de alertar os erros, fornecer a solução para que a empresa repassasse para os seus consumidores.

“Por favor, reconsidere, Google”

O Google não comentou o caso, mas isso provavelmente tornou-se o padrão quando ela decidiu separar o WebView do novo Android 5.0, permitindo que usuários façam updates da ferramenta separadamente, via Google Play. O problema é que esta opção não está disponível para quem tem uma versão anterior do sistema, e há um número ainda muito pequeno de pessoas usando o Lollipop, cerca de 0.1% dos usuários.
No site Rapid7, responsável pela descoberta, há um pedido: “Por favor, reconsidere, Google”. Tod Beardsley escreveu: “como desenvolvedor de software, sei que dar suporte à versões antigas do software pode ser ruim. […]No entanto, um bilhão de pessoas não dependem do meu software para gerenciar e salvar detalhes pessoais de suas vidas”.

                                                              Fontes: Forbs e Rapid7.

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NOTÍCIA: Motorola começa a liberar o Android 5.0.2 Lollipop para alguns usuários do Moto G 2014


Se você tem a segunda geração do Moto G, então prepara-se para a nova atualização do Android. A Motorola está neste momento liberando o Lollipop 5.0.2 para alguns dispositivos selecionados. Ele virá com todas as correções de bugs do sistema que vêm irritando os usuários do Moto G desde que colocaram as mãos na nova versão do sistema do robozinho.

A Motorola sempre se esforçou para trazer as atualizações de forma rápida para os seus clientes. Infelizmente, o Lollipop foi lançado com uma grande quantidade de problemas que a Google vem resolvendo com atualizações constantes. Com isso, os donos do Moto G acabaram sendo vítimas também destas falhas que afetam o desempenho do sistema, causando até alguns problemas de fechamento inesperados de aplicativos.

Com o Android 5.0.2, a Motorola estará eliminando os principais problemas encontrados no código inicial, o que entregará uma experiência melhor. A empresa alega que inicialmente apenas poucos usuários terão acesso à novidade. Se tudo estiver dentro do esperado, já no próximo final de semana mais usuários poderão pôr as mãos na novidade.

A empresa não comentou sobre a primeira geração do Moto G e nem quando os dois Moto X também contarão com a atualização. O Moto X 2014 já foi agraciado com o Lollipop, mas ainda encontra-se com a build inicial 5.0 que apresenta as falhas mais graves do sistema.

A Samsung também já testa a versão 5.0.2 do Lollipop, mas não temos nenhuma data de quando a sul-coreana começará a liberar a atualização para os seus clientes.

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NOTÍCIA: Engenheiro da Motorola abre o jogo e explica o porquê da demora em atualizar alguns smartphones Moto


Ciente da frustração de muitos usuários, causada pela demora da Motorola em atualizar alguns dispositivos, o engenheiro Luciano Carvalho se adiantou à própria companhia e forneceu a seguinte declaração sobre o update:

Primeiro de tudo: paz! :-) Há muita raiva circundando esse assunto, e eu queria assegurar que estamos trabalhando muito, como prometido, para que os nossos produtos Moto de 2014 e 2013 sejam atualizados para o Lollipop muito em breve.

A esta altura, vocês já devem saber que algumas pessoas estão recebendo updates OTA do Android 5.0.2. Trata-se de um soak test limitado a alguns dos nossos produtos para certas regiões do planeta. O update será distribuído para um público mais amplo se nenhum problema maior aparecer para usuários que já o receberam.

Os usuários da primeira geração dos produtos Moto devem baixar a última versão dos Serviços de Atualização Motorola na Play Store. Se o app não apareceu em sua lista de aplicativos prontos para atualização (ou aparece como incompatível), não se preocupe, ele estará disponível para download muito em breve.

Atualizações dessa natureza levam tempo. Não é segredo que o 5.0 ainda tinha bugs quando foi lançado. Quando atualizamos os nossos produtos, acabamos encontrando mais bugs que precisam ser consertados. Existem muitas razões para isso. Basicamente, cada smartphone tem um conjunto único de componentes e de interações entre eles. Quando o Google cria uma nova versão, eles não a validam para todas as combinações possíveis, e não consertam nenhum bug que não seja reproduzível num dispositivo Nexus. Esse é o nosso trabalho.

Esperamos que vocês compreendam que o tempo que passamos otimizando a performance irá assegurar a incrível experiência de fluidez que conhecemos e adoramos nos produtos Moto.

Obrigado pela fidelidade e apoio!

Ainda nos comentários ao mesmo post, o engenheiro afirmou que o Moto E receberá o update apenas num segundo momento, e não nesta primeira leva. Apesar de não fornecer uma data concreta, o post do Luciano Carvalho mostra respeito aos usuários e esclarece alguns pontos que não foram mencionados pela Motorola.

Fonte: Luciano Carvalho no Google+

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NOTÍCIA: Aplicativo do Google atualiza e permite que você diga "Ok Google" em qualquer tela


A Google liberou um grande update do seu aplicativo de buscas. Do nome à otimização para o Material Design, agora é possível configurar os cartões rapidamente e usar a hotword "Ok, Google" a partir de qualquer tela sem a necessidade de uso do Inglês como idioma de pesquisa. Abaixo, você encontra o APK do aplicativo para download.
Desde que baixei o APK da versão 4.1 do Aplicativo do Google, minhas impressões são bastante positivas. Especialmente por que não se faz mais necessário utilizar "gambiarras" para que o recurso de voz funcione perfeitamente em português com a hotword "Ok, Google". Mesmo a partir da tela de bloqueio é possível realizar pesquisas através de comandos de voz, mesmo usando uma senha de segurança. O único defeito continua sendo o não reconhecimento da ação a partir da tela desativada, assim, ainda é preciso tocar na tela para iniciar a pesquisa, o que não é necessário, por exemplo, no Moto X ou no Nexus 6.


Entretanto, a grande novidade é a opção chamado "Now cards" presente no menu de configurações do Google Now. Como o nome sugere, trata-se dos cartões que o aplicativo sugere para os usuários que, a partir de agora, podem trocar os cartões ou desativá-los por completo, consultar o histórico de cartões usados no navegador, apagar todas as preferências e controlar as notificações.

Por último, mas não menos importante, também tivemos uma mudança no layout dos cartões, o cartão de tempo agora oferece previsões de hora a hora (finalmente), e configurar cada cartão já é possível a partir dos três pontos acima do mesmo. Além disso, o menu hambúrguer agora fica dentro da caixa de pesquisa e oferece a opção de troca rápida entre contas Google.

  Download Google Now Apk v4.1
Antes de baixar o software, tenha em mente que você não vai receber o update via Play Store, visto que o aplicativo já se encontra com a última versão no seu aparelho. O serviço está disponível para celulares e tablets rodando com Android 4.1 ou superior.

Fonte: AndroidPIT
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NOTÍCIA: Primeiro teaser com gameplay de Need for Speed: No Limits é liberado - Android



EA Games revelou que estava produzindo mais um jogo da franquia Need For Speed, desta vez para aparelhos móveis, chamado Need For Speed No Limits. A ideia da companhia é justamente competir com os poucos jogos que podem entrar nesta disputa, e não são muitos.

Nesta última segunda-feira (5/1) a companhia liberou um novo trailer para os fãs, mostrado que seu trabalho está sendo intenso. O jogo mistura um pouco de tudo que a franquia já teve, perseguição policial, drift, alta velocidade e muito estilo neon.Fãs da série Need for Speed não puderam jogar um título inédito em 2014, porém já no início desse ano vão poder conferir o novo Need For Speed – batizado de No Limits. Porém, há um detalhe importante: trata-se de um jogo exclusivo para dispositivos
móveis (smartphones e tablets) e que terá microtransações. A Electronic Arts liberou o primeiro teaser do game, que você pode conferir no topo do texto.

O estúdio Firemonkeys está sendo responsável pelo desenvolvimento, é um trabalho difícil, mas os fãs não precisam se preocupar, a companhia é a mesma responsável por Need for Speed: Most Wanted. E não foi apenas isso, eles estão se especializando em títulos de corrida para dispositivos móveis; Real Racing 3 também foi um desenvolvimento do estúdio.

A EA já confirmou que Need For Speed No Limits será totalmente gratuito, os jogadores que desejarem poderão fazer transações dentro da aventura, caso queiram adicionar algumas melhorias aos carros.

A empresa não revelou se será adicionado suporte para gamepads quando o jogo lançado, mas com as atuais possibilidades, é bem possível que seja adicionado. O título será lançado para Android e iOS, a previsão é que esteja disponível nos próximos meses.

No vídeo, podemos conferir vários aspectos da gameplay, que possui algumas semelhanças com Need for Speed: Underground 2. Como é esperado, você poderá personalizar os seus veículos de acordo com os itens adquiridos no jogo. Os gráficos do título realmente estão bonitos – ele é desenvolvido pelo time do estúdio Firemonkeys. Need for Speed: No Limits será lançado para iOS e Android “em breve” (não existem datas oficiais).

Seja como for, podemos esperar por outro jogo de Need for Speed destinado aos consoles no segundo semestre (apesar de nada ter sido oficialmente anunciado).




[Você vai encontrar o download desse super game aqui neste post, deixe a Play android Apk em seus favoritos basta dar Ctrl + D em seu teclado e não perca esse grande lançamento]

Gameplay Oficial Need for Speed: No Limits - Android

Fonte(s): Electronic Arts
Web Site Oficial: http://www.ea.com/needforspeednolimits/
Fanpage: https://www.facebook.com/NFSNL

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Veja como anda a atualização do Android Lollipop para os dispositivos da Motorola


Todos se perguntando a respeito da atualização do Android Lollipop para determinado aparelhp da motorola a ansiedade é justificável, pois a maioria das companhias deixa o usuário no escuro por um bom tempo. Enquanto algumas fabricantes optam pelo silêncio, outras disponibilizam em seu sites oficiais as últimas informações a respeito da nova versão do Android. A Sony norte-americana já faz isso há algum tempo, e a Motorola, que já tem versão brasileira deste serviço de informação. Quer saber quais dispositivos Motorola vão receber o Android 5.0 Lollipop e quando?  A página oficial vai informar!

Os seguintes dispositivos da Motorola receberão o Android 5.0 Lollipop:

Moto X
Moto X 2014
Moto G
Moto G 2014
Droid Ultra
Droid Maxx
Droid Mini
Moto G 4G
Moto E
Moto Maxx


 Update oficial começou no dia 10 de dezembro pelo Moto X 2014, como podemos ler acima.
Para acessar página de informação sobre o Android 5.0 Lollipop para os dispositivos da Motorola, clique neste link.

Fonte: Motorola

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CURIOSIDADE: Android 5.0 Lollipop possui grave falha de memória

Problema afeta vários dispositivos, mas só será resolvido em futuras versões do sistema

O Android 5.0 Lollipop trouxe grandes mudanças para o sistema móvel da Google, tanto no desempenho como em nova aparência, animações, e etc. Mas a atualização infelizmente não está livre de falhas, obrigando a gigante de Mountain View a intensificar o lançamento das versões Androd 5.0.1 e Android 5.0.2, e mesmo assim ainda há muito para melhorar.

Agora, e por meio do Issue Tracker do Android, já está confirmado que um dos erros que mais tem afetado os usuários do Lollipop será resolvido apenas em “versões futuras”. Trata-se do “Memory Leak on Lollipop crashing Apps”, uma falha na memória que causa seu colapso e encerramentos forçados de aplicativos rodando em segundo plano (como o Play Music), ou até mesmo a Launcher, sendo necessário aguardar alguns segundos para que a área de trabalho seja restaurada.

Oficialmente no Issue Tracker há apenas seis semanas, o relatório do erro já conseguiu mais de 1800 estrelas (na medição de prioridade dada pelos usuários), elevando-o para a posição 29, e é importante notar que o bug que lidera o ranking existe desde 2010 - e segue sem solução. 


Esta falha já havia sido relatada por usuários de versões do Android L Preview, mas ainda segue sem solução. E os mais afetados são os usuários do Nexus 5 e Nexus 7, além de alguns casos envolvendo dispositivos Google Play Edition.

O LG G3 também foi outro grande prejudicado com a atualização para o Lollipop. Há relatos de muitos erros, e até dispositivos mortos depois do Android 5.0, o que acabou levando a Vodafone a suspender a atualização.

Tentando se apressar para fugir de problemas maiores nós vimos que a Motorola também procurou liberar de imediato a versão 5.0.1 com algumas melhorias. E também já sabemos que a Google pretende lançar o Android 5.1 já no início de 2015, talvez com a solução para esse grave problema de memória que está atrasando a chegada do sistema para muitos dispositivos.

E você, já está com o Android 5.0 Lollipop? Tem enfrentado fechamentos repentinos de aplicativos ou outros problemas?
Fonte: El Android Elivre - MobilExpert

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CURIOSIDADE: 5 bons motivos para NÃO rootear o seu smartphone


Há pouco tempo reuni 10 bons motivos para ter permissões de root no seu Android. Neste artigo, falaremos agora da outra face da moeda, para podermos decidir se vale realmente a pena rootear o seu dispositivo, fazendo assim uma escolha mais consciente.

1. Riscos de segurança


Rootear o aparelho permite a comunicação em modo avançado com o próprio dispositivo. Isso significa que poderemos, com as ferramentas e conhecimentos adequados, ler e modificar qualquer parâmetro de sistema. Este é o motivo pelo qual muitos apps com funções avançadas requerem esses privilégios, mas trata-se de uma faca de dois gumes! Nada impede que aplicativos mal-intencionados danifiquem o nosso sistema, comprometam o nosso dispositivo e ainda por cima invadam a nossa privacidade. Por sorte, podemos escolher se um aplicativo pode ou não obter permissões de root, e aconselho de conceder essas permissões com cautela se um app foi baixado fora da Play Store.

2. Adeus à garantia


É mais um “até logo” do que um “adeus”. As permissões de root, obtidas por métodos convencionais, invalidam a garantia. Todavia, existem métodos mais refinados que não irão afetar certos arquivos de sistema (como os famosos contadores, flash counter, KNOX counter…) e permitem restaurar tudo como antes por meio do tool kit ou de outros procedimentos. Infelizmente, nada é certo, e quanto mais avançados se tornam os sistemas de segurança como o KNOX, fica sempre mais difícil restaurar a garantia. Muitas vezes é praticamente impossível ou muito perigoso.

3. Cuidado com os dispositivos menos famosos


Obviamente os procedimentos para obter as permissões de root não chegam por vias “oficiais”. Existem usuários ou grupos de aficcionados que dedicam a criá-los. Portanto, é normal que eles se concentrem nos dispositivos mais comprados, sobretudo quando se utilizam métodos mais gerais. Com frequência, será preciso recorrer a procedimentos específicos para o próprio dispositivo quando ele não for muito popular, e esses métodos requerem mais passos e conhecimentos mais profundos. Isso aumenta a possibilidade de comentar erros e, por consequência, danificar (às vezes irremediavelmente) os nossos amados dispositivos.

4. Problemas com as atualizações


Outro problema muito difuso é o de não poder mais atualizar o aparelho depois de obtidas as permissões de root. Dependendo do dispositivo e da fabricante, os usuários terão de abrir mão da comodidade dos updates via Wi-Fi (OTA) e dos softwares de gerenciamento (como o Kies para a Samsung), mas ainda assim poderão atualizar baixando o firmware da internet e flasheando-o con Odin, por exemplo. O procedimento é muito simples, mas também aqui o risco de cometer erros sempre existe.

5. O root serve para tudo e para nada


Este é o ponto mais importante a se considerar. As possibilidades depois do root são praticamente ilimitadas, mas quantas delas iremos realmente usar? Podemos abrir mão dessa liberdade? Antes de se aventurar em algo que não conhece muito bem, é sempre melhor informar-se e saber para que o root serve. Os riscos são baixos, mas eles existem. É melhor ter aplicativos irritantes que não podem ser desinstalados ou possuir o peso de papel mais caro do mundo?

A minha intenção não é a de assustar ninguém, ao contrário! Todos são livres para rootear seus dispositivos, e quem leu o artigo está agora mais consciente dos possíveis riscos.
Fonte: AndroidPIT
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CURIOSIDADE: 10 bons motivos para rootear o seu smartphone


1. Um mundo de apps a mais


O Android oferece um grande número de aplicativos para diversos fins, mas quando queremos algo que ofereça uma função um pouco mais avançada, sempre precisaremos de acesso root. Tê-lo significa que você é administrador do dispositivo, podendo assim fazer os apps interagirem com o sistema de forma mais profunda. Com o acesso root podemos desinstalar o bloatware (apps pré-carregados), usar firewall, sistemas de gestão multitouch para controlar a fundo o dispositivo com gestos e muito mais. Além disso, existem aplicativos que funcionam também sem root, mas oferecem o máximo de seu potencial apenas com esse acesso especial. Como exemplo, podemos citar os antivírus, com o seu sistema de bloqueio/localização à distância, e também o famosoCleanMaster, com a função de eliminar o bloatware. Para terminar, faz-se possível usar todos os jogos e apps que antes se mostravam incompatíveis com o aparelho (levando em conta, claro, o funcionamento com um ou outro bug).
  • Clean Master Phone Boost
  • DroidWall - Android Firewall
  • GMD GestureControl Lite ★ root
2. Personalizar em outro nível

Os dispositivos Android são famosos pela possibilidade de mudar o launcher, os pacotes de ícones, wallpapers animados, sons, e muito mais. Contudo, essa personalização está limitada a uma mudança estética e superficial. Graças às permissões de root podemos modificar os arquivos do sistema como quisermos, incluindo os sons de sistema e as animações de boot. Como exemplos sobre essa última característica, confira este tópico do nosso fórum para o S2 Lite e este tópico para o Moto G. A app abaixo também permite a modificação da animação de boot.
  • Boot Animation Changer

3. Serviços quase sem limites

Já existem muitos apps criados para liberar a memória RAM e acelerar o dispositivo, mas com os métodos normais não é possível superar os limites impostos pelo hardware, mas “apenas” otimizar a velocidade do celular. Mais uma vez as permissões de root vêm ao nosso socorro, permitindo aumentar muito mais a velocidade da CPU através do overclocking. Para isso, porém, é necesário flashear um kernel que permita a mudança, mas o procedimento é muito simples, ainda mais se for usado o Kernel Manager.

4. Menos problemas com a bateria

Os smartphones continuam seu processo de evolução, mas o calcanhar de Aquiles que atende pelo nome de bateria ainda não foi resolvido. Apesar de os melhores dispositivos garantirem 24 horas de uso (também graças às funções de economia energética), muitos de nós ficamos na mão antes do fim do dia. A solução? Ou comprar o novo campeão de bateria, o Moto Maxx, ou obter permissões de root em seu dispositivo. Graças a elas, podemos acessar diversas funções que permitirão escolher o governor da CPU (também através de um gerenciador de kernel como o fauxclock), fazendo o processador rodar sempre no mínimo, configurando um limite máximo inferior e muitas outras opções (incluindo procedimentos de undervolt). Também nesse caso devemos ter um kernel diferente.

5. Automatizar tudo


Muitos de vocês já conhecem o aplicativo Tasker, que permite automatizar praticamente todas as funções do nosso smartphone. Para quem ainda não o conhece, podemos relacionar um acontecimento (nossa localização, determinado horário, etc.) com uma ação correspondente (ativação de um app, envio de um sms, reprodução de uma música ou filme, etc.), tudo gerenciado pelo referido aplicativo. Ele também funciona sem permissões de root, mas com elas podemos acessar uma lista completa das interações possíveis, tais como a ativação da internet, GPS, ativação da tela, velocidade da CPU e muito mais.
  • Tasker
6. Flashear uma ROM customizada

Este é certamente o principal motivo pelo qual a maior parte dos usuários Android optam por obter as permissões de root. Além da chance de personalizar radicalmente um smartphone, os maiores desenvolvedores de ROMs customizadas já mostraram mais de uma vez a sua superioridade com relação à ROM stock, tanto no visual quanto nas funcionalidades, fluidez e performance. Um exemplo é a OmniROM, que trabalha numa ROM completamente integrada aos comandos de voz, permitindo controlar qualquer função do dispositivo pronunciando frases personalizáveis. Outra característica importante é o fato de podermos atualizar o nosso dispositivo “antigo” e “abandonado” pela fabricante com as últimas versões do Android.


7. Bloquear a publicidade em qualquer app

Quero deixar claro que, como programador, defendo o uso de publicidade nos apps, para muitos a única fonte de lucro. Esse uso também permite que muitos aplicativos sejam gratuitos. Apesar disso, também é preciso dizer que muitos aplicativos contêm propagandas invasivas, que não apenas consomem um grande número de dados (incidindo negativamente no nosso plano), como também podem ativar assinaturas sem o nosso consentimento. Nesses casos aprovo o uso de apps como o AdBlock Plus, que permitem visualizar apenas as propagandas normais, bloqueando aquelas que prejudicam a experiência de uso dos aplicativos. Há também a possibilidade de desativar qualquer tipo de publicidade. A utilização desse aplicativo ou de outros semelhantes somente se faz possível com as permissões de root. Veja no artigo abaixo como instalar e usar o AdBlock.
8. Efetuar backups completos

Todo dispositivo Android vem com a função de fazer um backup dos aplicativos e de alguns dados, no âmbito das configurações ou através da utilização de softwares de gerenciamento como o Kies. Mesmo se, além deles, decidirmos usar os diversos serviços de nuvem, nada poderá competir com as funções oferecidas pelo acesso root, sobretudo com o uso do app Titanium Backup, com o qual poderemos fazer cópias da imagem de sistema completa do nosso dispositivo, além de movê-la para o SD ou o computador, além da possibilidade de automatizar o procedimento.
  • Titanium Backup ★ root
9. Obter funções escondidas de outros dispositivos

Uma das melhores (ou piores, do ponto de vista dos programadores) características dos dispositivos Android é a incrível variedade de celulares e tablets que rodam com o sistema, para não falar das skins de cada uma das fabricantes. Com isso, os dispositivos podem ser bem diferentes uns dos outros, e muitas vezes nosso smartphone ideal reuniria recursos de muitos aparelhos individuais (sobretudo as funções exclusivas dos carros-chefe). As permissões de root possibilitam a integração de algumas dessas desejadas funções ao seu dispositivo. Basta encontrá-las online e flasheá-las. Além disso, podemos habilitar funções de outro modo inacessíveis, como o multitouch, tethering ou o compartilhamento da conexão de telefone através do USB, bluetooth e via Wi-Fi.

10. Tornar-se o senhor absoluto do seu dispositivo

O que mais me incomoda é ter comprado algo que não posso usar livremente e sem restrições de qualquer gênero (um dos motivos pelos quais eu nunca compraria um iPhone). O Android é um sistema livre por natureza, tendo nascido com a ideia de criar um ecossistema o mais independente possível do hardware, e aberto a todos (se estiver interessado na história do Android, leia o artigo abaixo). Obter as permissões de root, além dos benefícios elencados e de todos os outros que não mencionei, o tornará o verdadeiro proprietário do seu smartphone, dando-lhe a possibilidade de personalizar tudo que quiser (não sem alguns riscos, é bom que se diga).

Fonte: AndroidPIT

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NOTÍCIA: 5 fatos inacreditáveis sobre o Android


Com tantos sites e blogs dedicados ao Android, podemos pensar que o sistema operacional do Google não guarda segredos a serem descobertos. No entanto, existem fatos pouco conhecidos que irão surpreender até ao fã mais informado. Veja abaixo 5 fatos quase inacreditáveis sobre o Android.

1. O Android é um homem


Bem, ao menos um homem-robô. Apesar de muitos dicionários definirem “android” como um robô com aparência humana, o prefixo grego andr- é masculino, e a ampla maioria dos robôs descritos como andróides tem a aparência de um homem.

Existem vários termos para robôs que têm aparência feminina: gynoid, fembot e robotess. A última palavra foi cunhada em 1921, na mesma peça teatral que criou o termo “robô”: R.U.R., ouRossum’s Universal Robots.

2. O Android não foi projetado para smartphones ou tablets

Em 2013, o criador do Android Andy Rubin disse numa conferência em Tóquio que o Android de então nunca foi pensado para smartphones. Ele foi projetado para “smart cameras”. A ideia era conectar câmeras e computadores, para o upload de imagens na nuvem usando um serviço chamado “Android Datacenter”. O mercado de câmeras digitais, contudo, estava caminhando para a estagnação na época, e Rubin decidiu que todo o esforço não seria devidamente recompensado - e a equipe Android voltou seus trabalhos para os smartphones.

O Android foi projetado desde o começo para ser um sistema aberto. “Queríamos que o maior número possível de smartphones rodasse com Android”, explicou Rubin. “Então em vez de cobrar $99, $59 ou $69… nós o distribuimos de graça, pois sabíamos que o mercado reagiria melhor”. Hoje, isso pode não parecer importante, mas na época, uma fabricante teria de comprar licenças caras para usar sistemas como o Windows CE. Um sistema operacional móvel gratuito representou uma economia significativa para as fabricantes de smartphones, e também garantiu o sucesso da expansão do SO.

3. Todo usuário Android deve agradecer a Steve Jobs


Calma, vou explicar. Entre 2005 e 2007, o Android tinha apenas um competidor em vista: a Microsoft, que na época era a maior e mais poderosa empresa de tecnologia do mercado. Até então, cada smartphone era diferente - a Motorola tinha um sistema, a Nokia tinha outro, a Samsung um terceiro - e a equipe Android pensava que a Microsoft era a empresa a criar um sistema operacional único. Quando Steve Jobs anunciou o iPhone em 2007, a equipe Android percebeu que teria de voltar à mesa de projetos. Do contrário, os aparelhos da Samsung, Sony, LG e companhia seriam mais como um Blackberry ou um dispositivo com Windows CE.

4. Em 2007, como agora, o Android era mais interessante do que o iPhone


A maioria pensa que a Apple revolucionou o software em smartphones, mas na mesma época a equipe do Android estava trabalhando em algo bem mais interessante: ao contrário do iPhone, que era em grande parte dependente do iTunes, não oferecia funções multitarefas e nem mesmo contava com o “copia e cola”, o Android desenvolvia um dispositivo chamado Sooner, com multitarefas, conexão com uma loja de apps online, suporte para smartphones e tablets e independência com relação a um PC ou laptop. Chupa, Apple!
Infelizmente, o dispositivo Sooner era muito, mas muito feio. Um tijolo de plástico com teclado físico e uma pequena tela que não reagia ao toque. Em comparação, o iPhone parecia algo saído de um filme de ficção científica, usando um acelerômetro para orientar a tela, sua touchscreen e sus experiência de uso revolucionária. Por isso o Android soube se reformular e adotou as melhorias da Apple. Hoje, smartphones com teclados físicos são raros.

5. O Android funciona no espaço


Em 2013, a NASA lançou um bando de "PhoneSats", satélites ultra-baratos equipados com smartphones Android. Os PhoneSats já viraram torrada - todos os três queimaram ao entrar na atmosfera - mas eles fizeram o seu trabalho de maneira admirável, enviando fotos de volta do espaço e demonstrando que é possível fazer satélites com hardware muito barato. Os PhoneSats foram feitos a partir de dois HTC Nexus One e um Samsung Nexus S, e o custo total girou em torno de 3.500 dólares por satélite. Isso é realmente barato se pensarmos em satélites normais.

A NASA não foi a única organização a lançar smartphones Android no espaço. Também em 2013, o satélite STRaND-1 foi lançado em órbita a partir do Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, Índia, em nome da Surrey Satellite Technology (SSTL) da Inglaterra. O STRaND-1 foi o primeiro satélite com um smartphone em seu núcleo, um Nexus One. Como SSTL explicou, "Smartphones são altamente avançados ao incorporar vários recursos importantes que são essenciais para um satélite, tais como câmeras, links de rádio, acelerômetros e processadores de computador de alto desempenho. Quase tudo, exceto os painéis solares e de propulsão". E os smartphones estão ainda mais inteligentes hoje.
Fonte: AndroidPIT
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